Dicas Redação - Vestibular
Posted by Unknown in Vestibular on quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Parei para pensar na Unicamp, prova que farei este domingo.
Conclui: Redação, valendo 50% da prova, é o que vai me garantir. Portanto decidi fazer um guia, para mim mesmo, e não só, para todos os (poucos) leitores que se aventuram aqui neste blog.
1ª Dica:Tenha um bom repertório
Para uma boa redação, você precisa de boas fontes. Conhecer sobre o mundo a sua volta, ter lido bons livros e visto bons filmes lhe dá base para bons textos, citações, exemplos. Fique atento no mundo que lhe rodeia.
2ª Dica : Se organize
Pergunte ao tema. Primordialmente. Pense consigo tudo o que você sabe sobre determinado tema, pense na base de seu texto, na idéia principal que irá tratar, e faça dela sua tese.
Depois teorize em cima disso. É a hora do desenvolvimento, aonde você pode fazer paralelo do tema com a literatura, o cinema, o mundo de hoje.
Finalmente exponha no desfecho, uma solução, ou um paradoxo, ou seja, um motivo para um ciclo vicioso sem solução.
3ª Dica: Leia com atenção a coletânea.
A coletânea foi feita para te ajudar. Ela coloca o enfoque principal a ser abordado em relação ao tema, dá opções e ajuda a lhe dar idéias. Mas lembre-se, nunca use trechos da coletânea em suas redações.
Está sem nada para fazer? Escreva!
Tentarei ser bem resumido nesta postagem.
O tédio é algo que nos abate diversas vezes em nosso dia à dia. O que fazer nessas situações?
Simplesmente escreva! Extravase qualquer coisa. Libere tudo que ha dentro de si.
F1 2008 - Emoção Pura: Valeu Felipe!
Não consegui acreditar no que vi naqueles 30 segundos entre a ultrapassagem de Sebastian Vettel e o fim da corrida. Foram picos oscilantes infinitamente emocionantes, tanto para o bem quanto para o mau.
Felipe Massa fez a lição de casa, correu perfeitamente de ponta a ponta, e orgulhou a nós brasileiros, que sentimos um pouco de nostalgia da era Senna. Meio que subliminarmente refletimos esta lacuna heróica no esporte automobilístico nessa nova promessa que ascende no meio de nós.
Esse campeonato foi uma pena, absolutamente. Vários erros colocaram o Massa fora desse título, como o motor que explodiu a 4 voltas do fim e o aparelho eletrônico que causou aquela palhaçada nos boxes de Cingapura.
Nessa última corrida, uma última esperança. Tudo foi feito certo pelo brasileiro. Mas a última volta foi, absolutamente emocionante e triste. Primeiro momento: tristeza; Lewis Hamilton em quinto, a ponto de ser campeão. Segundo momento: felicidade extrema; Sebastian Vettel tira a colocação de Hamilton e garante o campeonato para Massa. Terceiro momento: tristeza extrema; na última curva da última volta Glock deixa hamilton e Vettel passar, sob futura justificativa duvidosa de seus peneus de pista seca que perderam a tração.
Foi uma pena, mas as palavras do próprio Felipe resumem tudo isso:
"Estou muito orgulhoso pela corrida que fiz, pela equipe que trabalho, pela minha família. É mais do que eu esperava[...] Fizemos tudo certo, mas infelizmente não foi o suficiente. Acho que fizemos um grande campeonato, cheio de altos e baixos, e pagamos um pouco por esses erros. Mas corrida é assim, faz parte do esporte[...] É parte de nossa experiência, da nossa vida. Podemos voltar para disputar o título, esse é mais um dia importante, saio da pista com a cabeça erguida."
Halloween
O que é o Halloween?
Halloween é uma festa de origem anglo-saxônica originada das antigas tradições pagãs célticas em simbiose com uma comemoração cristã. Sua origem é datada da Gália, entre 600 a.c e 800 a.c, sendo que, originalmente este dia não possuía relação com bruxas, em si, e sim era uma data comemorativa do dia de Samhain, celebrado entre 30 de outubro e 2 de novembro, marcando o fim do verão e o inicio do inverno (na cultura céltica existiam apenas duas estações.) Tal origem se confunde com a comemoração cristã originada na Síria, no século IV, que era a "Festa de Todos os Mártires". A festa em honra de Todos os Santos, inicialmente era celebrada no dia 13 de maio, mas o Papa Gregório III(† 741) mudou a data para 1º de novembro, que era o dia da dedicação da capela de Todos os Santos na Basílica de São Pedro, em Roma. Mais tarde, no ano de 840, o Papa Gregório IV ordenou que a festa de Todos os Santos fosse celebrada universalmente. Como festa grande, esta também ganhou a sua celebração vespertina ou vigília, que prepara a festa no dia anterior (31 de outubro). Na tradução para o inglês, essa vigília era chamada All Hallow’s Eve (Vigília de Todos os Santos), passando depois pelas formas All Hallowed Eve e “All Hallow Een” até chegar à palavra atual “Halloween”.
Hoje o Halloween se disvirtuou muito do caráter original, restando apenas a alusão aos mortos, só que com um enfoque completamente diferente.
Américo de Souza - 1/11/2008
A festa começou um pouco tímida. Logo que cheguei já encontrei uma amiga que a muito tempo eu num saia junto: Flávia. Foi um bom reencontro. O pessoal foi chegando, todo mundo foi se aglomerando lá fora, e dentro da escola em si, poucos ficaram. Na boate demorou pra entrar alguém. Não me importo, lá estava a parte mais chata da festa. O negócio era ficar conversando com o povo, zoando, dando risada.
Lá pra umas 21h30 a festa começou a ficar melhor. O pessoal foi se animando, e começou a dançar lá dentro da sala que rolava o som. Entrei algumas poucas vezes pra zoar...Não curto funks, psys, eletronicas e afins... Curto ficar em roda com amigos e amigas, pulando (porque eu não danço, eu pulo dentro do ritmo) dançando propositalmente de maneira desengonçada, imitando minhas amigas dançarem, só que de maneira zoada. Essas coisas. Não permanesci lá por muito tempo, de fato.
Fiquei perambulando lá fora, comendo uns docinhos, até quando encontrei a diretora da escola que estava organizando a "sala do horror". Uma pseudo-tentativa de assustar as pessoas. Coloquei um sobretudo e uma máscara ( dica: não façam isso, você vai morrer de calor) entrei nessa sala e começei a gritar, correr atraz do povo, estourar bixiga na orelha dos outros e jogá-los no chão. Ninguém ficou com medo, como era de se esperar...
Sai de lá, suado, lavei o rosto, fiquei um pouco conversando com minha querida amiga Ana Lívia, até que encontrei a mitológica figura do já citado aqui neste blog: Felício "Tetys Man" José Melloni.
Papo vai papo vem, saudades matadas (sim, fazem séculos que eu num saia com ele) zoeras, conversas, piadas. Depois de uma mal sucedida missão cupido para Lucas, nosso encalhado amigo ( como se eu não estivesse na mesma situação...hehe) a festa começou a ficar desanimada. Todo mundo se cançou, sentou, ficou jogado falando sobre nada de útil. Ocorreu-me uma idéia: Porque não Heavy Metal?
Ok, não é normal esse tipo de música em festas (infelizmente) mas a boate estava vazia, o som ruim rolando, ninguem dançando... "Bora Felício, Vitor (meu irmão) , me sigam..."
O DJ a princípio não compreendeu o que seria Heavy Metal, mas depois de dar uma procurada na Palylist do cara, encontrei uma Pasta chamada "Have Metal". Abrimos. Helloween, Black Sabbath, Rhapsody... Um orgasmo músical que o próprio dj nem sabia da existencia bem diante dos meus olhos. Nem pensei duas vezes: festa de halloween? Bora Helloween!
A primeira música, com certeza deveria ser a tema da festa: Halloween (Masquerade masquerade, Grab yor masks and don't scape...)...depois a poderosa Power (trocadilhos a parte) e por fim, Rhapsody!
Cara, de fato ouvir The Village of Dwarves foi demais, principalmente porque foi seguido de Emerald Sword e Dawn of Victory!!!! Depois disso os caras começaram a desmontar o som. Mas foi demais. Melhor fim de festa impossível.
É claro que eu não pude deixar de perguntar para o dj: "Alguma vez já pediram Heavy Metal na sua festa?"
A resposta com certeza foi negativa. Como meu irmao sempre diz: "É da bosta que o povo gosta".
Depois disso u estava relaxado, elétrico, feliz, e com uma certeza. essa festa valeu a pena, pelo menos para mim.
Wordpress, odiei. Blogger, estou de volta.
Bem, parece-me que o Wordpress não causou boa impressão para mim. É relativamente complicado de se mexer, tem muitas ferramentas difíceis de se compreender alguma utilidade verdadeira, enfim... O negócio é o blogger mesmo!
O que me dá raiva é o maldito erro bX-***** que impossibilita-me de editar o layout desse blog, mas, bem vou prosseguindo com a vida, postando nesse layout fraco pré-definido, e confiar que a Google vai concertar esse erro famoso entre os blogueiros.
Nunca mais.
A saga da mudança de Layout
Wordpress, este é o nome do momento. Vou criar um blog lá...se a engine for melhor, bem, sem dúvidas irei migrar, infelizmente. Infelizmente porque eu adoro os servioes da google, mas eles estão pisando na bola.
Vamos ver no que este rolo dá.
Em breve...
Feira de Profissões
Posted by Unknown in dia à dia on quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Hoje é um dia em que eu, absolutamente, não sei o que postar. Preciso, no entanto, colocar algo neste espaço, afinal prometi para mim mesmo que, apesar da inutilidade, preciso criar o habito do registro freqüente de informações. Como perceber esta postagem tem tudo para ser inútil.
Pelo contrário, quer saber...ela terá sim uma utilidade.
Fera de profissões do Moura Lacerda, realizada no colégio Américo de Souza - em que eu estudo por sinal - em que fui, aproveitando-a ao máximo, pois, já que eu não teria aula devido a isso, pelo menos algo de útil eu deveria extrair, porque, convenhamos, seria melhor ter ficado em casa dormindo do que ir pra escola para ficar sentado em um banco simplesmente sem fazer nada.
Cheguei cedo. Na verdade fui um dos primeiros alunos a chegar na escola, já que o horário de aula normal, 7:30, seria passado para 9:00, momento em que começaria a feira.
Mas eu precisava aparecer lá pra ajudar uma amiga que tava de recuperação, que pediu pra que eu fosse lá resolver algumas dúvidas, explicar a matéria - história, que eu tenho prazer de estudar-...No fim não expliquei porcaria nenhuma, falamos sobre coisas absolutamente inúteis, mas, mesmo assim, ela foi bem na prova e sem sombra de dúvidas recuperou a nota.
Ela foi fazer a prova, eu fiquei boiando no pátio vendo os estandes da feira sendo montados, junto ao meu irmão e a um outro colega. Tédio. Subi na biblioteca, li umas 10 páginas de uma livro -muito bom por sinal, no futuro pego emprestado- sobre Marx e a Globalização; fazendo um paralelo entre mundo capitalista atual e a famosa luta de classes, formando, antes, uma grande linha de pensamento que vai desde as origens do capitalismo mercantil até a economia globalizada atual. Mas não estava afim de ler sobre isso, sobretudo no calor, com barulho, no pátio.
Passou o tempo, a feira estava pronta. Antes de alunos de outras escolas entrarem já fui me dirigindo aos estandes, o primeiro deles não poderia ser outro: Ciências Econômicas. Sim eu adoro economia, apesar de minha "pequena" inimizade com a matemática, mas, como economia é algo que envole muito mais que matemática - sendo até considerada uma ciência humana e não exata - eu consigo adorar, principalmente nesses últimos tempos, aonde a mesma é tão visada pela mídia com esta montanha russa de Las Vegas que vemos diariamente pela TV.
Comecei perguntando do curso, mas antes de partir para perguntas mais complexas, sai de lá, já que abriram a escola para outros alunos de fora e um desconfortável aglomerado se instalou a minha volta.
Dei uma caminhada, ouvi um pouco de relações internacionais em outro estande, mas voltei, ainda querendo conversar de economia, mas, desta vez com uma amiga ao meu lado, Júlia. Bem, ele falou do curso de novo, falou da crise americana, e, já que ele puxou o assunto - fazer o que - continuei falando de economia, especulação, reunião do COPOM e decisão da SELIC...
Isso gerou, sem querer uma cena engraçada. Um grupo de estudantes, provenientes -sem preconceitos- de escola pública, popularmente conhecidos como "manos" começaram a olhar, ouvir, até que um deles olhou pra cara do outro dizendo:
" Que língua eles tão falando?"
" Sei não, mano, vam vazá"
Apesar de na hora parecer até um pouco cômico pra mim, eu reflito que isso nada mais é do que o reflexo do povo brasileiro que se desinteressa por temas como economia, política, filosofia...
Sabe, é triste saber que a grande maioria dos jovens é como estes, que, infelizmente discutem mais sobre quantas "minas cataram na rave" do que sobre as repercussões de uma crise dessas na nossa vida. Ok, não precisamos ser técnicos a ponto de perguntar coisas sobre a repercussão de um aumento na taxa básica de juros no dia a dia...Isso eu sei porque tenho a curiosidade de conhecer sobre um tema que me interesso, mas, pelo menos as pessoas deveriam entender o básico, ou pelo menos do que se trata o assunto, e não se abster ao senso comum, tentando buscar com visão racional e crítica, a verdade por detrás das coisas.
Desculpa, estou viajando de novo, criticando a sociedade e o mundo a minha volta saindo completamente do tema principal. Continuemos a falar da feira, então.
Sai de economia, fui falar de Publicidade e Propaganda. Tive um bom papo com o cara, conversei sobre o mercado de trabalho na área de comunicação social - ligada ao jornalismo, que me interessa diretamente - falamos sobre o papel do publicitário do mundo de hoje...enfim, sobre estas coisas, principalmente esclarecendo a dúvida de uma amiga - Júlia - sobre a profissão que ela escolheu pra si.
Depois de Publicidade e Propaganda, caminhei ao lado e vi ciências da computação, que mostrava no estande um Lego robotizado fazendo algumas tarefas pré-programadas em software. isso não me impressionou muito, já que vi no SENAI uma demonstração muito mais interessante de robótica. Mas eu gostei mesmo foi ter conversado - meio que gançando a conversa que dois amigos meus, Lê e Franco, estavam tendo com a lady do estande, muito bela por sinal - sobre programação de html, php e essas coisas. Foi legal, principalmente depois de ver a reação do meu amigo, Lê, que antes estava convicto em Publicidade e Propaganda, mas ao invés de se decidir com a feira de profissões na carreira, se confundiu ainda mais, ficando em dúvida completa entre ciências da computação e Publicidade. Irônico isso já que feiras de profissões servem para ajudar a escolher a profissão e não atrapalhar na escolha. Mas isso agente releva.
O fim da minha visita a feira não poderia ser melhor: Estande de licenciatura. Ok, você deve estar se perguntando como o tímido local escondindo em uma pilastra praticamente rejeitado com fervor por qualquer estudante pode ser bom. Nota-se a ironia nesta frase anterior.
Sabe, não sei porque as pessoas tem tanto medo de se tornarem professores, graças a essa mistificação de que professor morre de fome. É sim uma profissão complicada no começo, mas não é tão mais complicado de firmar com salários bons do que jornalismo, por exemplo.
Estava lá com um professor do fundamental e amigo, Alexandre, e, como em todo local aonde pessoas da área de humanas se juntam, começamos a discutir sobre os paradigmas da sociedade...hehe.
Me foquei no futuro profissional já que esta é a matéria principal em meus pensamentos atuais, e o que eles me falaram foi muito esclarecedor, desmistificando algumas coisas sobre os cursos de filosofia e ciências sociais, por exemplo, e me mostrando como trilhar o caminho de humanidades.
Depois acabou a feira, fui conversar com uns amigos, e voltei para casa.
Se algum dos meus escassos leitores chegou até aqui, parabéns, eu te amo por ter tido paciência de ler tudo isso. Espero que tenham gostado.
Arrivederti, a see you somewhere...
Iron Man (2008)
Posted by Unknown in Filmes on segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Homem de Ferro (BR) 2008 ı cor ı 126 minIron Man O Homem de Ferro (PT) Estados Unidos
Direção Jon Favreau Elenco Robert Downey Jr.
Terrence Howard
Gwyneth Paltrow
Jeff Bridges
Samuel L. JacksonRoteiro/Guião Arthur Marcum
Matthew HollawayGénero Ação, Aventura, ficção científica Idioma Inglês IMDb
Bem, à partir de hoje tentarei fazer uma avaliação de todos os filmes que eu ver, e eu não poderia começar melhor.
É um filme de super-herói. Claro que, graças a maravilhosa tendencia hollywoodiana de fazer estes enredos do gênero sem fazê-los ridículos ou fora da realidade.
É um show de efeitos especiais, primeiramente. Mas o filme não chega a ficar saturado, entretanto.
Para quem não conhece, é a história de um famoso engenheiro, Tony Stark, conhecido e aclamado mundialmente como um gênio em sua área: a construção de armamentos e equipamentos militares.
Mas quanto sua vida de luxúria e explendor chega ao auge, ele é capturado no Afeganistão por grupos terroristas, após apresentar às forças armadas estadunidenses o poderoso míssil Jericoh. Depois de ser ferido gravemente na captura, e precisar de um eletroímã ligado ao seu coração para impedir que fatalmente estilhaços de metal que entraram em sua circulação obstruíssem as artérias principais do corpo, ele é obrigado a construir o famoso Jericoh para tais terroristas. Aproveitando a oportunidade e os equipamentos disponíveis para a confecção do míssil, ele cria uma engenhosa maneira de escapar de lá: Uma armadura metálica robótica altamente armada!
Eis um filme que consegue juntar uma boa história, efeitos especiais, ação de tirar o fôlego e uma crítica à indústria bélica: podem ser eles responsabilizados pela morte e guerra?
Recomendo!
Come back to metal
Acredito que ele mereça um post exclusivo aqui no blog. Estou falando de um dos meus 3 leitores assíduos, Felício Tetys Master José Melloni.
Bem, digamos assim, que este personagem citado acima era, no auge de seus 14 anos um grande seguidor do enaltecedor, poderoso e extravasante gênero musical do heavy metal e ramificações. Mas por ironia do destino ele se desvirtuou destas músicas de verdadeiras mensagens e sábios ensinamentos somados a poderosos ritmos pelos lixos culturais sertanejos e modinhas capitalistas musicais. Foram dois anos assim (coincidentemente faz dois anos q ele parou de estudar comigo).
Mas ele voltou, graças a um pedido, ou melhor, ordem para ele parar de ouvir gino e geno e ouvir Hammerfall. A coisa desandou. Passamos pelas nostálgicas Renegade e At end of Rainbow. Mudamos para Avantasia...Seven Angels...demais! Edguy, Fallen Angels...King a Fool!
Bem, aqui está uma homenagem para ese fato!
Lembre-se: Kill all the maris-dragons!
Novo Layout
Posted by Unknown in Diversos
Bem, percebe-se que há uma grande, ou melhor, enorme diferença entre o layout atual do meu blog e o antigo.
Foi fruto de um árduo trabalho de pesquisa e aprendizagem em formato html, além de alguns tutoriais pela net que me ajudaram muito.
A grande diferença, no entanto, foi graças ao maravilhoso template¹ que encontrei. Ele se chama template compulsivo e facilitou muito a minha vida.
Coloquei varias coisas novas, desde um pequeno mapa via satélite mostrando a minha atual morada ( by google maps), até uma lista de recomendações no fim desta página com links respectivos da wikipédia. Isso tudo sem contar as ultimas notícias em tempo real pelo RSS do site de notícias G1 e a barra de buscal ali em cima, caso queiram procurar alguma coisa expecifica dentro deste blog.
Ele ficou bem melhor. Sei que é dificil alguem vir ler este blog, mas, bem, dgamos que é um treino pra quando ele for visitado por mais de três ou quatro pessoas diferenetes.
Amorfo
Posted by Unknown in Devaneios on segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Meu nome é Pedro Santoro Zambon, tenho 17 anos, sou estudante, mais especificamente vestibulando, que nada mais é do que um estado de amorfismo intelectual, aonde um jovem estudante do ensino médio acumula o máximo de conhecimentos inúteis e improdutivos a ponto de ser capaz de assinalar o máximo de letras corretas em uma prova que vai fazer este jovem transcender ao estado de nada, ao de universitário, ou seja, um potencial ser humano útil na sociedade. Ok, sem mais definições óbvias. Quero escrever um texto até então inconcebível pra mim. Quero escrever alguma coisa que busque libertar deste calabouço mental a grande crise existencial desta magnífica indefinição da criança se tornando adulto, a maravilhosa fase de ebulições hormonais chamada adolescência. Bullshit. A grande verdade é que busco escrever algo sem parar, ler, voltar, reformular, estruturar a coerência e a coerção, e fazer de tudo uma obra que me faça prepotentemente ouvir elogios, de, "ah como você é foda e escreve bem". Não, quero escrever e deixar o teclado dar asas ao meu estado de confusão
Graças ao bom Deus que, apesar de nada poder mudar isso por ação qualquer, existe um remédio inerente a existência, que hora ou outra vai me libertar desta algema paradoxal da inconcepção do mundo. Esse grande remédio é uma benção para os mortais, um pesadelo pras cinqüentonas, e uma coisa que nada pode mudar: O Tempo. Trilhões de jovens já passaram por isso, uns morreram, outros se suicidaram, e a grande maioria se robotizou por um período, tomou consciência em outro e transformou a vida a ponto de não mais passar por uma constante crise existencialista, e passar a vivê-la de fato, com o objetivos concretos e não mais sonhos e aspirações. Mas enquanto o tempo não me dispõem isso, vivo na indefinição, e busco, com ela, escrever algo que ajude alguma criatura no mesmo estado a se acalmar.
Podem me chamar de pessimista, até eu acho isso. Na verdade sou igualmente e (lá vai essa palavra de novo) paradoxalmente otimista. Vejo o caos, a maldição, a putrefação que se tornou essa maldita sociedade hoje, essa juventude sem perspectiva, esse capitalismo atroz e selvagem que não poupa nem a si mesmo com a fome voraz por cabeças rolando e acúmulo de riquezas sem sentido, esses adultos hipócritas que cuidam do mundo como cuidam do vaso sanitário em dia de diarréia nervosa. ou otimista, ao mesmo tempo, quando digo que acredito que no meio de tanta maldição, existem alguns indivíduos que, mesmo nadando neste mar de ervas daninhas, conseguem ter potencial, mesmo que sufocado, de mudar esse mundo.
Mas não será fácil, mesmo que haja uma tentativa muito bem planejada, aonde todo sangue, altruísmo e vontade sejam instaladas. A verdade é que são poucas pessoas, para pouco tempo e muitas mudanças. São nas ruínas de um prédio condenado que se ergue um monumento impecável. Tudo bem que esse monumento milhares de anos além se tornará deploravelmente (apesar de histórico) insustentável e desmoronará. Mas a associação é simplesmente para ilustrar que, se queremos uma sociedade do amanhã melhor, devemos destruir a sociedade de hoje, e, nas ruínas da mesma, construir uma outra, mais sólida. Um discurso sociopata perfeito, pra falar a verdade. Maldição, to me tornando um enigma da psicologia; prepotência acreditar isso, mas fazer o que, tenho 17 anos, é de se esperar que eu haja assim, como se eu fosse o centro do mundo e que tudo gorasse ao meu bel prazer e dispor, e que meu humor que rege, de fato, as conjecturas do universo.
Ah, nem dez por cento dos leitores disso entenderão esse texto e sua complexidade, não digo isso por falta de humildade não, digo isso, além de por verdade da própria complexidade gramatical, ou seja, coerciva, do texto, fica difícil entendê-lo; mas o que vai eliminar a maioria dos leitores no seleto grupo de entendedores da loucura é o próprio fato de poucos serem loucos o bastante para conseguirem ler isso sem me mandar a merda, ou falar que eu sou uma pessoa completamente fora da realidade do mundo. E se eu for, dane-se. Mas afinal, qual é a realidade do mundo? É a que a maioria das pessoas vivem?
Se for, realmente não estou nessa realidade. Mas não acredito que essa seja a verdadeira realidade. Não é possível que esse mundo bitolador, rotinizador, atroz, selvagem, cru, falso, indefinido, coorporativo, impessoal, passional, pseudorracional, e tudo mais, seja o verdadeiro. Deve existir algo mais reconfortante, justo, verdadeiro do que isso em que eu vivo. Essa "coisa" reconfortante pode ser Deus, sei lá, mas ele não é uma realidade, é uma matéria, um fator gerador de tudo que existe, condutor de tudo, e etc. Eu quero algo concreto. Pode ser falta de fé falar isso, mas, para falar a verdade, falta-me fé. Não que eu tenha pouca. A maioria das pessoas, com a fé que tenho poderiam se sentir completas, felizes e coisa e tal, mas eu, sei lá porque, talvez porque eu seja um pouco mais intelectualmente bem resolvido ou complexo, mas, eu não sinto que isso seja o suficiente para preencher a lacuna que se instaura no meu coração.
Essa lacuna já achei que poderia ser preenchida por alguém do sexo oposto. Me enganei. Opa, agora parece que eu sou um homossexual se revelando. Não, não é isso. Tenho atração por mulheres, e assim vai continuar eternamente, de fato. O que eu digo é que a ausência de opções entre a juventude de hoje me faz ficar preso em um beco sem saída aonde ou eu me curvo a ter algo com pessoas inúteis e inferiores para satisfazer meus estímulos libidais momentâneos, ou permaneço sozinho aguardando a utópica pessoa certa surgir, até o momento que ilusoriamente acredito ter encontrado, mas, de tanto desejar, projetarei tanto nessa pessoa a idealizada busca, que no fim me decepcionarei amargamente com a pessoa em questão, e desistirei do amor, até a próxima ilusão se instaurar diante dos meus olhos. Isso até o dia que alguém útil de fato apareça. Mas até quando? Quando? E será que isso vai mudar?
Mas como eu disse, essa lacuna passional, se preenchida, não vai resolver tudo. Ainda restará um mundo a minha volta, corrupto, regido pela lei dos mais fortes, pelos impulsos, pelas vontades e eu, racionalmente estruturado o suficiente para enxergar tudo isso, estarei como cego em tiroteio, como louco profetizando aos outros um fim que para eles é impossível existir. Essa sociedade está podre. Seus alicerceis corroídos. Quando esses jovens chegarem a maturidade e o mundo finalmente for deles... Ou será a solução definitiva, ou a ruína absoluta.
Nunca uma juventude teve tanto potencial para as duas coisas. É bem verdade que a geração que governa o mundo de hoje não é lá muito boa, ou melhor, é horrível. Na verdade está sendo uma sucessão de gerações, uma pior que a outra. Geração da transição do século XIX pro XX, mau do século; geração das grandes guerras; geração da guerra fria e ditaduras militares; geração atual que não sei nem como nomear. Enfim, estamos pegando a herança de todas elas nas costas, carregando conosco e dizendo: "O que fazer com tanta merda?".
Meio ambiente, devastado; sociedade, corroída; economia, desestruturada, com um buraco invisível que não se pode enxergar. Bem, quem sabe eis ai a solução que o capitalismo vai encontrar para seu próprio fim, graças a sua natureza contraditória...dizia Marx. Mas enfim, as horas passam, o sono chega, o medo continua, sempre.
Medo. Essa palavra resume o que sinto. Já me achei fraco por sentir medo. Talvez seja a voz da maldita prepotência e arrogância que inventei como redoma para me proteger dos fracassos. A verdade é que não sei como vou enfrentar o mundo daqui pra frente. Estou prestes a fazer isso, tenho tudo na cabeça, mas não sei como usar.
O que falta pra mim é uma guerra. Uma luta, uma ideologia, bandeira, grito. Sabe, num to falando que quero uma nova ditadura, nem nada. É que estou tão sem rumo, sem vontade ou objetivo. Sim, tenho anseios, só que nenhum deles ´forte o bastante para me fazer acordar a cada dia, respirar e desejar...
Por esse simples motivo não tenho esperança. Não por tê-la perdido, mas por não ter motivo de possuí-la. E isso já explica o porque eu, e a maioria dos jovens com um pouco de intelecto como eu estamos assim, perdidos. E essa situação é extremamente perigosa, pois, está em nós a missão de mudar esse mundo, mas, se permanecermos assim, falharemos, e como disse anteriormente, a falha significará ruína. E isso ninguém quer.
Precisamos nos erguer, preciso me erguer. Sei que é difícil andar no meio de tanta sujeira, mas, para lutar contra porcos, precisamos adentrar ao chiqueiro. Por isso vou lutar, e enquanto eu estiver vivo, não vou permitir que esse mundo se destrua, sem eu ter ao menos tentado impedir.
TÁBAUA RASA
uma vergonha, uma piada
minha barreira foi quebrada,
minha esperança arrebatada
Cheguei ao fundo do poço,
afinal, sou carne e osso
um velho em pele de moço
em meio a treva de profundo fosso
A Inteligência
É engraçado, e até paradoxal falar o quão subjetivo é o conceito da inteligência, base de nossa racionalidade.
A diferença da inteligência entre uma pessoa ou outra se baseia simplesmente na capacidade da mesma em certa área ou habilidade. Não se pode afirmar que Einstein é mais inteligente que alguém, simplesmente por sua incrível capacidade lógico-matemática e físico-espacial.
As multi inteligências presentes em cada um de nós traz essa ambigüidade neste conceito.
Por isso que não podemos definir que homens ou mulheres são mais inteligentes. Mesmo porque as diferenças entre homens e mulheres, no que se diz no âmbito de inteligencia emocional e racional, estão cada vez menores.
Também graças as multi inteligências não dá para afirmar que a educação é fator essencial para a inteligência. Talvez ela seja apenas um guia, uma fonte de conhecimento, mas, para habilidades sociais, por exemplo, o ensino nada mais é do que mera formalidade, pois tal capacidade é praticamente inerente a pessoa, independente qualquer conhecimento que ela possua.
Eu sou mais inteligente que o Einstein então? Possivelmente, talvez, em algumas habilidades, porque não?
Em busca da "Fórmula do Amor" - Parte 1
Posted by Unknown in A "Fórmula do Amor" on quarta-feira, 10 de setembro de 2008
É impossível teorizar em uma ciência exata todas as variáveis de uma conquista passional. Existe uma fórumla matemática que defina o amor?
A grande maioria das pessoas diria que não. Mas estou aqui para provar que elas estão erradas.
Tudo começou em uma aula de matemática, Geometria Espacial III, quando eu estava devaneando em pensamentos fora da matéria e um amigo meu me cutucou falando ter aplicado a teoria física das cordas para o amor, claramente ironizando. Ele disse que o se o que une duas pessoas é uma corda imaginária, para calcular o quanto um relacionamento pode agüentar, basta encontrar a resistividade dessa corda e a força de tenção que influí sobre ela. Pensando nisso começamos a considerar o que poderia ser essa resistividade e o que seria a tenção.
Partindo dai eu pensei em uma coisa mais aplicável: calcular as possibilidades de sucesso em uma conquista amorosa.
É realmente difícil começar, mas, entre a correção de um exercício e outro da aula (sim, eu estava prestando atenção, pelo incrível que pareça! O.o) eu começava a buscar várias coisas que influíam nessa conquista- pontos positivos e negativos - analisando o peso de cada um, e se a variável era direta ou inversamente proporcional a tais possibilidades.
Acabou a aula, fui pra casa com uns rascunhos, e depois de fazer alguns exercícios de física, peguei-o e comecei a destrinchar tudo que eu poderia imaginar, matematicamente, sobre o amor. "Bem paradoxal juntar amor e matemática, mas ok, vamos ver no que isso vai chegar; pensei"
Comecei a colocar a mente para funcionar e mãos a obra. Ficou meio confuso escrito aqui no blog, mais em breve trarei uma representação gráfica pra tudo q eu falar.
Eu vi que primeiramente tudo influi da atração entre as pessoas, e que isso é trazido pelos atributos da pessoa em questão.Então quanto mais atração você tem pelo seu "alvo"(que passei a chamar de "oposto" para não ficar tão sistemático) maiores são as possibilidades, já que você terá mais incentivo e realização com a conquista. Tal atração é calculada pela soma dos atributos fundamentais dessa pessoa, que é beleza, inteligência e carisma. Cada um desses atributos deve ser multiplicado por x,y,z respectivamente sendo que soma seja sempre a mesma. Isso é a variante de atração que o "pretendente" tem por cada um desses caracteres, que deve ser considerada. Tal número é chamado de coeficiente de atração, ou simplesmente "A".
Mas não só dos atributos alheios que tudo depende. Mais influente do que isso são seus próprios atributos, de qualidades e defeitos, já que isso é fundamental para a conquista. Pensando nisso criei o "k", que é a constante de capacidade, calculada do mesmo jeito do coeficiente de atração, mas tomando-se x',y',z' ; que é a variante de atração que o "oposto" tem por cada uma das características.
Visto isso percebi que também temos que contar a balança entre qualidades ["q"] e defeitos["d"] do pretendente, multiplicando este número pelo "k" demonstrado anteriormente. Este número encontrado, o "∆a", é calculado (q - d). Como este número não pode ser negativo, ou igual a zero, caso ∆a<0, considera-se como ∆a=0. Para ele ser maior que zero, na equação, antes de ser multiplicada por "k" deve-se somar 1 ao resultado.
Beleza, cérebro pulsando para entender tudo isso, e dedos doendo de escrever tantos cálculos doidos. Mas vamos prosseguir.
Pensei assim, depois disso. "Muitas pessoas são atrapalhadas pela amizade com a pessoa amada, o que dificulta a situação; mas as vezes distância demais em relação a pessoa atrapalha a conquista". Nesse caso pensei em um gráfico parabólico que relacionasse isso, chegando ao ponto mínimo do desconhecimento da pessoa, até um nível máximo de amizade que ajuda a conquista. Isso até um ponto que a proximidade se torna grande demais e isso começa a atrapalhar. Chamei esta variável de Ia (Índice de Amizade).
Pensei então em outra variável, a Fc (Freqüência de contato). A falta de contato com a pessoa amada atrapalha até certo ponto, quando começa a ajudar e finalmente a atrapalhar denovo, quando este passa a ser intenso em demasia. Usei, então o mesmo gráfico do Ia.
Observei também que quanto mais tempo a tentativa de conquista demora, menores são as possibilidades, entretanto se o tempo é curto demais, as probabilidades tambpem são baixas. Sendo assim a probabilidade de conquista é inversamente proporcional ao tempo de tentativa. Define-se o ∆t (como representei esse tempo), um gráfico parabólico com a concavidade voltada para cima, sendo que o menor valor é 1.
Concebi que deve-se somar a este valor o número de tentativas passadas com a pessoa. Tentativas explicitas. Isto eu chamei de Nf (número de foras).
Finalmente o que resta é o chamado ∆ka , que é a lacuna entre a "capacidade" do alvo e da prentendente, sendo calculado por (k - A). Para o peso de uma variável de importancia possuir mais peso, multiplica-se por dois.
UFA! Depois de tanto consegui o esboço da tão sonhada fórmula!
Está ai, o princípio da "fórmula do amor", que é uma maneira mais resumida de "fórmula das possibilidades de conquista passional":
P=[k(∆a+1) + A] + 2.[Ia+Fc]/2 + 2.∆ka
Lá de volta outra vez...
Como diria Bilbo Baggins, finalmente depois de um tempo desanimado, volto a escrever aqui neste blog. Devo criar o costume...e criarei. A partir de hoje, mesmo sabendo que poucos irão acessar está página, vou escrever quase que diariamente alguma coisa, por menor que seja...
Teoria da origem do Universo...
Posted by Unknown in Diversos on sábado, 5 de julho de 2008
Povo Idiota, Mídia Retardada e a Injustiça.
Posted by Unknown in Diversos on quinta-feira, 3 de julho de 2008
Patrice Guers - Melhor baixista do mundo
Posted by Unknown in Música on quarta-feira, 2 de julho de 2008
O melhor baixista do mundo, para mim. Merece estar no blog com estes vídeos excepcionais. Aproveitem!
Patrice Guers atualmente é baixista do Rhapsody of Fire.
Libertadores e Fluminense - Rumo a Tóquio
Posted by Unknown in Futebol
O Som do Coração - August Rush
Posted by Unknown in Filmes

Título Original: August Rush
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 100 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2007
Site Oficial: http://augustrushmovie.warnerbros.com
Estúdio: CJ Entertainment / Southpaw Entertainment / Odyssey Entertainment
Distribuição: Warner Bros. Pictures
Direção: Kirsten Sheridan
Roteiro: Nick Castle e James V. Hart, baseado em estória de Paul Castro e Nick Castle
Produção: Richard Barton Lewis
Música: Mark Mancina
Fotografia: John Mathieson
Desenho de Produção: Michael Shaw
Direção de Arte: Mario Ventenilla
Figurino: Frank L. Fleming
Edição: William Steinkamp
Efeitos Especiais: Invisible Pictures
Já estava na hora de eu postar algum filme aqui.
E não poderia começar melhor. Não estarei mentindo se digo que é o melhor drama que vi. Se é exagero posso dar a certeza que é um dos melhores. Não tenham preconceito com o gênero. Não é daqueles filmes melosos com romantismos baratos e conflitos quase nojentos que nos fazem querer parar o filme. É um dos poucos dramas que trazem o sorriso, a felicidade, a luta, a superação, valores morais e uma trama envolvente.
Um filme recomendado com 5 estrelas, por se tratar do melhor drama que já vi nos ultimos tempos.
Além de tudo saimos do filme com uma vontade louca de tocar algum instrumento musical...vale a pena...
Vejam um pedaço do filme:
CQC de volta ao Congresso
Posted by Unknown in Televisão
Depois de 260.021 assinaturas e muita luta, o CQC foi liberado pelos senhores deputados a fazer suas reportagens dentro dos limites do prédio da Câmara.
Viva a Liberdade de imprensa!
CQC e 15 minutos - O novo Humor
Posted by Unknown in Televisão
CQC, o programa humorístico do momento. Se vocês não viram, sintonizem na Band, às 22h e vejam de perto o porquê. Um humor racional, político, crítico, inteligente. Fazem diversas matérias ridicularizando alguns fatos bizzaros de nosso país, com tiradas rápidas em entrevistas com personalidades de renome.
Neste programa, comandado por Marcelo Tas, os "homens de preto" saem pelas ruas e por eventos buscando fazer críticas sociais em reportagens divertidas. E causam efeito.
Um deles, por exemplo, foi a censura descarada que estes jornalistas humorísticos receberam ao serem impedidos de adentrarem aos domínios do congresso nacional.
A Lei 5.250, que regula a liberdade de manifestação do pensamento e da informação, no Capítulo 1, Artigo 1º garante que "É livre a manifestação do pensamento e a procura, o recebimento e a difusão de informações ou idéias, por qualquer meio, e sem dependência de censura, respondendo cada um, nos termos da lei, pelos abusos que cometer."
Este ato inconstitucional dos senhores congressistas nos diz que se eles não mudam nada, pelomenos incomodam. E muito .
A alegação de que os profissionais do CQC não seriam jornalistas, e que por isso não poderiam ter acesso à Câmara/Senado, não se sustenta.
O CQC é um programa jornalístico e seus repórteres (também jornalistas) realizam perguntas e questionamentos inerentes a essa profissão. A pauta da atração é questionadora e pouco tradicional, mas respeita os limites éticos exigidos pelos padrões da imprensa nacional.
Devido a isso eles fizeram uma campanha para poderem voltar a ter liberdade no local, e, com isso criaram um site para o abaixo assinado.
Diferentemente de programas humorísticos como o pânico, eles não apelas para a ridicularização, e sim para um diálogo cômico que satiriza alguns fatos ou personalidades, em maior elaboração que o escrachado Pânico. Não questiono que o "humor Pânico" é ruim. Não, pelo contrário, eu assisto vez ou outra, mas, a questão é, o humor brasileiro evolui. O que é bom, claro.
Outro programa, o 15 Minutos, que passa na MTV (o único programa que realmente valhe a pena neste canal) corre pela mesma linha. Apresentado por Marcelo Adnet, ele faz críticas sobre as mais diversas perspectivas cômicas da sociedade, mas em apenas 15 minutos, fazendo diferir do CQC pela maior rapidez das reportagens e menor profundidade nas mesmas, mas, no entanto, ganhando uma informalidade que transforma o programa em algo mais casual, trazendo uma comédia jovial e consciente, com temas menos políticos e mais superficiais, sem serem supérfulos.
Colocarei um Vídeo de cada um dos programas, à seguir, como exemplo. Espero que tambpem gostem.
CQC- DANILO GENTILLI EXPULSO DO CONGRESSO NACIONAL
15 MINUTOS - ERROS DE PORTUGUÊS
Tanabata, o Japão, Otakus, os 100 anos de imigração e Dercy Gonçalvez
Posted by Unknown in Diversos on quinta-feira, 26 de junho de 2008
Há muito tempo, de acordo com uma antiga lenda, morava próximo da Via-Láctea uma linda princesa chamada Orihime (織姫) a "Princesa Tecelã".
Certo dia Tenkou (天工) o "Senhor Celestial", pai da moça, apresentou-lhe um jovem e belo rapaz, Kengyu (牽牛) o "Pastor do Gado" (também nomeado Hikoboshi), acreditando que este fosse o par ideal para ela.
Os dois se apaixonaram fulminantemente. A partir de então, a vida de ambos girava apenas em torno do belo romance, deixando de lado suas tarefas e obrigações diárias.
Indignado com a falta de responsabilidade do jovem casal, o pai de Orihime decidiu separar os dois, obrigando-os a morar em lados opostos da Via-Láctea.
A separação trouxe muito sofrimento e tristeza para Orihime. Sentindo o pesar de sua filha, seu pai resolveu permitir que o jovem casal se encontrasse, porém somente uma vez por ano, no sétimo dia do sétimo mês do calendário lunar, desde que cumprissem sua ordem de atender todos os pedidos vindos da Terra nesta data.
Na mitologia japonesa, este casal é representada por estrelas situadas em lados opostos da galáxia, que realmente só são vistas juntas uma vez por ano: Vega (Orihime) e Altair (Kengyu)."
No Brasil, antes de Cabral...Férias, o nada, o tédio e a vida social.
Decidi hoje, fazer uma postagem rápida, já que meu tempo é curto e tenho uma prova amanhã.
Não estava com ideías para assuntos, quando pensei em, porque não, falar um pouco das férias.
O que são férias? Um período de morgação aonde as pessoas pasmam como amebas, olhando ao horizonte, pensando no vazio? Um momento em que o mundo acaba e deseja-se curtir ao máximo a destruição temporárias das obrigações? Um dia a dia descontrolado e caótico que remete ao infinito tédio que ferozmente consome a sanidade mental das pessoas?
Pode ser isso para a maioria, acredito. Mas a verdade das férias é só uma: é um período para se organizar.
Não, eu não estou falando em ctagolar as fotos em pastas nomeadas pro data e ordem alfabética, limpar a estante de livros e jogar fora alguns gigabytes inúteis no PC. Estou falando de um tempo pra si, aonde pausam-se todas as obrigações diárias para que seja possível a organização mental, física, social, moral, religiosa, profissional...
O que isso significa?
Signigfica que você deve aproveitar ste mês no meio do ano para curar o cançaso mental e físico de 5 meses de estúdo, sociabilizar-se com pessoas que a tempos você não vê, encontrar seus amigos em situações que nem sempre se consegue, colocar em dia aquele livro que apodreceu n cabeceira de sua cama desde janeiro, dar uma pequena agilizada em alguns estudos que ficaram para tráz (aos vestibulandos)... Enfim, as férias são um periodo de paz, relaxamento aonde você estrutura tudo aquilo que foi deixado para tráz algum dia, e resolver isso, de modo a voltar para as obrigações absolutamente leve, descançado, livre e pronto para deixar tantas outras coisas para se fazer e para se descançar nas férias seguintes.
Quanto a essas férias, fique alerta: ACABARAM OS FERIADOS DO ANO. Ou seja, descançe tudo o que puder, pois depois disso, só dezembro... (snif!)
Vestibular, a criatura.
Posted by Unknown in Vestibular on segunda-feira, 23 de junho de 2008
Vestibular. Uma palavra que vem encutida de uma série de significados juntos: stress, obstáculo, porta de entrada para liberdade, problemas psicológicos, merda (não encontrei palavra melhor).
Mas enfim, deve-se tanto problema relacionado a ele?
Existe grande parte de alunos, professores e educadores que creêm que não é ideal ingressar na faculdade logo ao término do Ensino Médio. Legal. Mais isso é realmente verdadeiro? Há argumentos. Um aluno de terceiro ano, 17 anos de idade, em média, não teria, na teoria, maturidade para definir a carreira que lhe regeria a vida inteira. Isso é evidente quando olhamos a indecisão da maioria dos alunos que no segundo semestre do ano de vestibular ainda não se decidiram. Mas e quanto a aqueles que se decidem?
Bem, segundo esta mesma teoria estes não estão tão aptos a compreender de fato seu futuro, e deveriam esperar um ano para ter certeza absoluta.
Uma verdade é clara, podemos cair em facilitismos, principalmente ao contar isso como argumento de alguns alunos que não levam a sério o 3º ano do colegial.
Não minto, sou, talvez, um deles.
Na verdade estudo, de fato, tenho boas notas, compreendo a matéria, mas não pratico as recomendadas 3 horas de estudo por dia. Eu faço o necessário para um aluno, não para um vestibulando.
Estou fazendo errado? O mundo diz que sim, eu não acredido tanto neste fato. Na minha opinião vale muito mais o que você realmente sabe do que o quão adestrado você é para uma prova.
Vestibular é isso, adestramento humano de conceitos globais (de maneira geral descartáveis) que são-lhes úteis para provar que você será melhor médico que seu concorrente pelo simples fato de saber contas logarítimicas melhor.
Agora, como pretendo passar por este obstáculo de minha vida? Simples, estudando, infelizmene. Não pensem que vou me desesperar, perder noites de sono, me matar. Não. Vou buscar fortalcer meus pontos fracos e entregar pra Deus.
Agora, sou absolutamente contra essa maneira de se avaliar uma pessoa...
É brutal a pressão em cima de uma pessoa que vai prestar esta prova, que, pra alguns é o fim da vida, se não passar. Não tenho problema algum em fazer um ano de cursinho. Mas não quero.
Coitadinha da língua portuguesa 2
Posted by Unknown in Coisas da Internet on sexta-feira, 20 de junho de 2008
Mas não são apenas os emos que escrevem errado não... os manos igualmente cometem essa putaria com nossa amada língua. Vejam a seguir:
"
TRUTA! ME ESBO
CATALEPSIA DE MOTO!
VEIO OS CARA DO ÇAMU NE! DAI FMZ...TAVA ESTIRADAO LA NO CHAUM E OS CARA ACHANDO Q EU TAVA MORTO JA! SORTE Q O MANO WALLACE COLO E FALO DA FITA Q SE SUCEDIA E Q EU NAO DEVIA TA MORTO!
TIRANDO OS ARRANHAO A PARADA FICO FMZ E AGORA EU RACHO O BICO DA ÇITAÇAUM! KKKKKKK
JA ACONTESE ALGO COM ALGUEM AKI???
UM SALVE
MUCA - CONEXÃO CG MUITA TTRETA!!"
http://www.orkut.com.br/CommMsgs.aspx?cmm=15762029&tid=2559693580935977095&start=1
Deus!!!!!!!!!!!!!!!!
Alguém ensina esta criatura a escrever?
Semi-analfabetismo seria elogio dos grandes pra esta aberração.
Pelo visto estamos decaindo cada vez mais. Chegaremos a um dia em que a língua portuguesa se diversificará tanto por tribos, como emos, e manos, que ela se ramificará entre eles, tornando a língua portuguesa praticamente incompreensível. Será que vale para as outras línguas também?
Na verdade é até pior. Linguistas estadosunidentes explicam que há a possibilidade da sub-gramatica dos guetos e suburbios americanos se tornar tão diferente do inglês americano usual, quanto o inglês britânico. E já é. A única diferença é que não se transformou em língua oficial ainda.
Só espero que isso não se torne verdade. O padrão da língua dá identidade a um povo, uma Nação. Apesar da globalização, existem cada vez diferenças entre os próprios povos, e, daqui a pouco estes povos deixarão de existir como um só. Quer saber, isso é puro alarmismo.
Coitadinha da língua Portuguesa
Posted by Unknown in Coisas da Internet
Vocês devem ter visto um tom de frescura, uma bixisse [para ser bem claro] no uso do diminutivo de "Coitado", no título desta postagem. Acreditem, irão mudar de idéia depois disso.
Estava feliz e contente conversando com meu primo, João Partel, sobre a criação deste blog, e, depois de uma pausa na conversa, ele me envia um link:
http://www.orkut.com.br/Profile.aspx?uid=11452936129757589907
Ok. Se vocês não estão com saco de olharem com os próprios olhos um pequeno pedaço da descrição deste profile do orkut.
"Meu nome e Utirra Madeira, mas é cegredo porqe qero evitar espiolers. Çou mais velio qe a Dercy Gonçalvez e ao contrario do qe muitos pemsan, o xaringã noa é minia unica caguei hentai. Eo tanbéin çei manipular o elemento Madeira (miguxo, olia meu nome. Ve se pença, neah? @.# rsrsrs).
Dipoix qe fui tirar umas ferias no Acre, pedi para o meo filio Chodá-me fumdar uma vila. E foi açim qe çurgil Konoha!
Fiz um tratamento rejuvenessedor e adotei o nomi de Utirra Obito para comessar uma nova vida, mas eu num morri noa. Kaposkpaoaskaposkapoaspokspoa"
Parem as máquinas!
Vocês realmente estão vendo isso...
Não, eu não sou um catedrático de 120 anos da academia brasileira de letras que busca impedir ao máximo a mutação da língua portuguesa. Sou uma pessoa com o mínimo de senso...
Vamos analisar tudo isso. Sem contar os erros gramaticais, ortográficos, de acentuação de maneira aberracional, o conteúdo esdrúxulo desta mensagem é absurdo. Mais velho que a Dercy Gonçalves? É possível isso?
Férias no Acre? Quem em sã consciência passaria dérias no Acre. Perdão meu bom povo de Rio Branco, mas isso não é normal.
Mas foi analisando a fundo, nas entrelinhas que compreendi o porque. Esta criatura por de traz deste profile não é humana: é um emo. (A comunidade emo, se ler isso vai cortar os pulsos)
Mas como eu descobri isso? Seria preconceito contra estes depressivos felizardos [repare na antítese], carregados de maquiagem e franjas? Não! Foi atraves do trecho: "miguxo*, olia meu nome". *Miguxo=termo que emos se referem um aos outros
Agora sim, está explicado. Maldito seja o miguxês* que profana a boa língua portuguesa.
*sublingua emo
O início da tentativa de um blog
Blog! Que maravilhosa tecnologia essa da Internet, que já compartilha de milhões de usuários da Internet, e se torna uma das maiores e mais revolucionárias maneiras de comunicação livre da história. Exagero? Pode soar, à princípio, mas se pararmos para pensar, blogs ocupam cada vez mais espaço no universo de informações da rede, se tornando o maior meio de difusão de informações da Internet. Isso é grande coisa, com certeza.
Pensando nisso não podia deixar de ter um. Na verdade já tive vários, não minto. Desde de meus 12 anos, creio eu, que já parei pra escrever uma página, na época que a ramificação .hpg era gratuita -ironicamente é sigla para home page grátis - mas nunca tive nada para escrever. Acho que ainda hoje não, pelo menos, especificamente.
Ter um blog é pensar, saber transformar gritos e pensamentos em palavras sem censura na rede. Espero que essa romântica fase da Internet dure pra sempre...
Hoje é o dia que eu parei o que eu estava fazendo [um misto de jogos, bate-papos, digitação de um livro e tédio]. Decidi de vez fazer um blog, e este blog seria utilizado com frequência.
Dane-se se meia dúzia vai ler! Dane-se se que pode ser tempo perdido! O que importa é que eu vou buscar organizar pensamentos, críticas, observações, cronicas, imagens, vídeos, inutilidades, tudo, completamente tudo que me der vontade de expor ao mundo, vindo de dentro da minha [quase insana] mente.
Crie um blog você também!
Primeiro passo: Digitar www.blogspot.com
Segundo passo: Escolher um nome para o blog. Como eu estava sem criatividade [pensei até em algumas coisas em latim, ou frases de efeito] acabei colocando meu nome mesmo.
Terceiro Passo: Escolha um domínio. O meu foi www.pedrosantorozambon.blogspot.com pela mesma falta de criatividade...
Quarto Passo: Escreva o que te der na telha!
Parabéns, seu blog está feito.
Se já tem um blog, é semi-analfabeto, ou vagabundo e preguiçoso demais para fazê-lo, ignore as instruções acima.

