Teoria da origem do Universo...

PERIGO: Este artigo contém muita ciência e filosofia metafísica. Se está com dor de cabeça ou simplesmente não quer pensar, não leia.


Depois do Big Bang o Universo, por obra do acaso, se tornou estável e tomado por uma ordem que permitiu que todas as coisas existissem...

A religião se colocaria no mesmo instante com uma única palavra: Deus.


Já eu preferi ir adiante, e descobri em uma revista que existeuma teoria que transcende muito além disso. Isso exlui a existência de Deus? Claro que não, mas veremos isso adiante.


O que se baseia essa teoria,, então? Bem, ela é simplesmente a versão universal para a teoria da evolução das espécies de Darwin. Lee Smoling, em seu livro A Vida do Cosmos, explica que o que ocorreu com o Universo é algo próximo ao o que ocorre com a evolução. É uma teoria meio louca, logo de cara, mais faz sentido, vamos lá:


Os universos tendem a produzir buracos negros, que nada mais são do que estrelas muito grandes que se implodem de tal maneira que nada consegue escapar de seu interior, nem mesmo a luz. Segunto a Teoria da Relatividade Geral, de Einstein, tais buracos negros formariam uma espécie de rombo no espaço-tempo, que pode gerar um outro universo, independente do que o gerou.

Agora, pensem que este universo "filho" carregue algo parecido com o "DNA" do universo "pai", ou seja, as características daquele universo, só que com pequenas modificações.

Então nesta explosão de multiuniversos, aonde os mesmos vão se reproduzindo, acontece "seleção cosmológica natural".


Segundo Darwin, seres vivos mais capazes de se reproduzir, tendem a se sobressair em relação dos outros, buscando cada vez mais a perfeição. Com Universos seria o mesmo. Aqueles que se reproduzem mais, tem cada vez mais filhos, que vão se aperfeiçoando e gerando mais e mais descendentes, de modo a aumentar a chançe de estarmos em um destes Universos que se sobressaem.


Desse modo o Ordem e perfeição de nosso Universo é gerada pela evolução dos mesmos, de vários Big Bangs, provindo de vários multiuniversos que por bilhões e bilhões de anos vão se aperfeiçoando, até chegar na estabilidade. Mágico, não?


Os ateus, portanto, poderiam usar isso como justificativa para a ausência de Deus na criação desta estabilidade e perfeição que vivemos, tirando davaga frase "é tudo obra do acaso" a sua teoria de não existência de um ser superior que nos criou.

Mas, de cara, existe uma contra explicação que pode quebrar com tudo isso. "Quem será que conduziu a evolução universo para se tornar perfeito?"


Enfim podemos compreender uma teoria que explique de maneira mais lógica a maneira de como foi gerada a estabilidade atual do universo que estamos, apesar desta não poder ser comprovada por métodos ciéntíficos, mesmo que o empirismo conceder certo sentido para tal.



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    # by Anônimo - 18 de janeiro de 2009 às 16:10

    http://astronomiagraceliana.blogspot.com/

    teorias graceliana defende que o universo é um processo de fluxos produzidos por radiação e reagrupamentos de matéria por ação de campos.

    defende que os astros estão se afastando pela ação da radiação. e não são atraídos.


    estão plagiando suas teorias com nova teoria do big bang.

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    # by Anônimo - 19 de janeiro de 2009 às 17:52

    O universo ilha

    O universo ilha o qual tentamos conhecer trata-se de um dos
    incontaveis universos existentes no infinito.
    sempre estiveram e sempre iram estar.

    A mecanica quantica atual busca desvendar este misterio com
    teorias diversas
    Em se tratando de teoria e não contrariando as leis fisicas
    dos grandes genios da humanidade.
    Aqui vai uma explanacão de como teorizei o nosso
    universo tal qual o conhecemos.

    O atual estado materiais do nosso sistema indica que
    estamos em estado de expansão,ou seja os corpos
    celestes estão se afastado do ponto de origem.

    Quando fala-se do bigbang a explosão no inicio da formação
    do universo trata-se de dados contidos
    da ultima grande explosão e não dos registros das
    anteriores a esta as quais penso que seriam
    quase impossiveis de se detectar pois a ultima cobriu o
    efeito da penultima grande explosão.

    O fato dos registros atuais apontarem para expansão
    interminavel, penso estar errada.

    Vejamos esta explicação
    a grande explosão gerada em um ponto do nosso universo ilha
    teve explosões secundarias , incontaveis de explosões
    subsequentes originando centros de gravitação por todo
    universo ilha.

    Estes centros de forças estão ligados a grande explosão
    inicial e ao ponto de origem
    ou seja a energia cinetica imposta pela grande explosão
    tera seu limite em um ponto qualquer de tempo.

    Sendo assim ira reverter o sentido do movimento e voltara
    ao ponto inicial gerando outra grande
    explosão.repetindo o ciclo

    Sendo o tempo de expansão e contração de mesmo valor.
    observações hoje contem erros de informação proporcional a
    distancia observada uma vez que e valida á afirmação do
    espaço tempo curvo.
    Uma vez que observações de uma dada distancia situada a
    100,000 anos luz por exemplo estara
    alterada em 100.000 anos, significando o que observamos
    agora trata-se de 100.000 anos passados ,não
    indicando hoje o que realmente esta de fato acontecendo.

    Quanto mais proximas as investigações mais exatos estaremos
    da realidade cósmica atual do nosso universo ilha.

    Toda a materia do universo ilha estão ligadas por linhas de
    gravitação e centros geodesicos formando um complexo
    sistema em equilibrio relativo.

    Estes centros geodesicos a que me refiro trata-se de centros de
    gravidade diversos com intensidade e potencial variados.

    O nosso sistema solar tem como centro geodesico o nosso sol
    o qual arrasta seus satelites e sub satelites, meteoros, meteoritos,
    poeira cosmica e etc.. ao seu redor e tem como centro
    geodesico o centro de nossa galaxia .
    a via lactea que tem como centro geodesico o centro do ponto
    em que ocorreu o big bang.

    Sendo assim para que pudessemos calcular o centro do ponto
    relativo ao big bang teriamos que triangular o movimento
    relativo de pelo menos tres galaxias e calcular o ponto de
    origem a que estas estão se afastando.
    isto seria facil se a nossa galaxia estivesse parada em
    relação as outras porem nos deslocamos tambem
    em relação a este ponto,
    tornando desta forma o calculo bastante complexo para se
    formular com exatidão.
    devido a dados empiricos os quais não temos em mãos

    Os buracos negros são centros geodesicos de explosões
    subsequentes das quais no ponto de origem não restou
    materia ali somente se encontra a energia total do
    centro de massa dos corpos celestes arremessados
    em relacão a este centro.
    Estes centros possuem gravitação altissima proporcional a
    soma das forças de gravidade
    dos corpos arremessados daquele ponto.
    podendo ate mesmo capturar a luz (foton).

    Quanto a indagação de que buracos negros seriam formados
    por sois bem maiores que o nosso vizinho sol
    penso estar errada.
    Pois o nosso sol brilha desde os primordios do big bang ,
    sua intensidade tende a diminuir e se resfriar
    tornando se como um planeta de grande dimensão e
    com gravidade relativamente alta.


    Então como sois maiores que o nosso teriam se resfriados
    mais rapidamente sendo que o meio material a que
    se encontram são os mesmos.

    Estas afirmações contradizem as leis da termodinamica.
    sendo que o nosso planeta ja brilhou como um sol nos
    primordios deste ultimo grande evento, e que ainda se
    encontra em estado de esfriamento com seu nucleo
    ainda em estado de fusão proximo dos 6000 graus.

    Não existe igualdade da distribuição da materia no universo
    ilha , o que existe é a relativa estabilidade
    das forças que as formou.

    A forma do universo ilha e esferica assim como observamos
    no macro e micro cosmo (planetas, astros, satelites, eletrons,
    protons e particulas)

    a permuta de energia no universo e uma verdade o nosso
    sistema solar emite energia para todo o cosmo
    e recebe energia vinda de sistemas distantes a nós.

    E certa a afirmação nada se perde nada se cria tudo se
    transforma.

    ***********************************************************************

    A força de gravidade especifica dos planetas tende a
    aumentar com o afastamento dos corpos celestes.

    Quando da contração ou expansão do universo iremos perceber
    a repulsão ou a atração.

    Podemos perceber a repulsão com o efeito da mare onde o
    meio liquido responde a atração da lua.

    Neste instante o peso e resultante da formula
    fr=k*(m1*m3/d1^2 - m3*m2/d2^2)
    onde
    fr = força resultante (desprezando-se a força centrifuga)
    m1 = massa da terra
    m3 = massa da molecula da água
    m2 = massa da lua
    d1 = distancia dos centros de gravidades entre a terra e a
    molecula da água
    d2 = distancia dos centros de gravidades entre a lua e a
    molecula
    da água
    Podemos afirmar que neste instante a molecula de água pesa
    menos que a molecula do lado oposta a da mare
    (em relação a terra)

    Caso a lua se aproxima-se o bastante da terra a água
    formaria uma coluna em forma de cone parabolico.

    Devemos entender como repulsão ou atração como a variação
    da unidade de força que varia com o afastamento ou aproximação
    dos corpos celestes


    Penso que os cometas são corpos celestes que possuiam uma
    orbita especifica e que num determinado ponto
    para equilibrio das forças partiu daquela orbita
    para assumir outra em detrimento deste equilibrio.
    Assim poderão ocorrer novos casos destes
    eventos em todo universo ilha.

    Toda a massa do universo ilha se encontram em constante
    movimento alterando desta forma seus centros de força de
    atração.
    A estabilidade de todo o sistema e conseguida por
    deslocamento de corpos celestes de pequena grandeza
    como meteoros, meteoritos, particulas cosmica e
    nuvens de gases que se movem de um ponto a outro
    para estabilizar o sistema de forças concorrentes.


    E por este motivo que observamos chuva de meteoros e
    meteoritos , quando estes se deslocam de um ponto
    a outro do cosmo para estabilizar
    o sistema de forças de todo o conjunto.

    ******************************************************************************

    Gravitrons geram linhas de forças de gravitação que une
    toda a materia contidas no universo

    Estas linhas se opoem ao movimento de afastamento da
    materia.
    Diria que são como elos elasticos que se esticam aumentando
    sua energia a medida que diminuem a energia cinetica de
    afastamentos dos corpos celestes.

    Penso que estas particulas (gravitron's) pulsem em
    frequencias super altissimas quase inimaginaveis
    ficando impossivel a sua detecção.

    Com o desenvolvimento dos super processadores e num futuro
    proximo poderemos detecta-las e ate mesmo controla-la de
    forma a possibilitar viagens interplanetarias com o uso
    desta energia.

    Penso que a nave deveria ter duas armaduras separadas por
    um isolante que ao pulsarem na mesma frequencia dos gravitron's
    possibilitara anular a força de gravitação e quando da mudança
    angular em relação ao ciclo possibilitara o seu
    deslocamento em multiplas direções em função
    do vetor resultante das forças concorrentes.
    As velocidades serão conseguidas mediante variações da
    intensidade de campo das armaduras.

    As investigações humanas não podem parar
    por mais maluca que nos pareça
    as nossas inspirações filosoficas

    Autor: Osmar Rizzolli
    email rizzart@hotmail.com
    Cidade São Carlos cep.13567100 S.P. Brasil
    Rua José Leme Marques 650/652

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    # by Anônimo - 6 de fevereiro de 2009 às 15:54

    adorei o que você escreveu e concordo

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    # by Anônimo - 2 de abril de 2009 às 19:40

    é sim, a origem da terra surgiu depois da grande explosão chamada big bang queria saber mais.vc poderia escrever resumidamente sobre a as teorias da origem da terra?

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    # by Anônimo - 4 de abril de 2009 às 16:56

    NOVA TEORIA DA CRIAÇÃO DO UNIVERSO
    Como dizia Einstein: “Todas as teorias físicas deveriam se prestar a uma descrição tão simples que até uma criança pudesse entender.”
    O universo deve ser mais simples do que se imagina. Alguma coisa está errada. Não é possível que não consigamos desvendar este mistério, que é o universo. O problema, a meu ver, está na teoria do big bang. Esta teoria tem prejudicado, em muito, o raciocínio lógico e levado a erros, impossibilitando desvendar muitos mistérios do universo.
    Basta um pouco de imaginação para perceber, por exemplo, que o universo gira e se contrai. A primeira vista, parece um absurdo total, principalmente para quem está preso à antiga teoria. Observemos as evidencias: Quanto ao movimento giratório: a ciência não aprova esta possibilidade, baseada na teoria do big Bang, mas as teorias mudam, as evidencias não.
    1 - Basta observar seu formato elíptico. Se não girasse, seu formato seria o esférico e quanto mais girar, mais seu formato tenderá para o de uma pizza ou uma galáxia.
    2 - As galáxias mais próximas do centro do universo fazem seu movimento de translação mais rápido que as mais distantes e sendo observadas destas, veremos as galáxias mais distantes, se afastando mais rápido, causando a ilusão da expansão do universo e quanto mais distante, mais acentuada será essa ilusão de ótica. É como os planetas em torno do sol. A nossa galáxia está próxima deste centro.
    Quanto à contração do universo: Isto parece um grande absurdo, mas não custa especular:
    1 – Sabemos que os corpos celestes se formam pela união de corpos menores, que por sua vez são formados por união de corpos menores ainda e assim sucessivamente. Portanto, para haver união, é necessário que estes corpos se aglutinem e não pode haver aglutinação com expansão e sim com contração do universo.
    2 – Com o big bang, as galáxias jamais se chocariam ou se aglomerariam. Caminhariam do centro para a periferia em linha reta, afastando-se cada vez mais umas das outras como em todas as explosões no espaço. Se isto acontecesse, as galáxias estariam tão afastadas que dificilmente as veríamos. A aproximação entre as galáxias é sinal que existe contração ao invés de expansão. No universo tudo se choca o tempo todo.
    3 - Se houvesse o big Bang, as galáxias da periferia seriam as mais antigas, porque seriam as primeiras a serem arremessadas para o espaço e as mais centrais, as mais novas, pois seriam as ultimas a serem arremessadas. Não é isto que vemos e sim justamente o contrário. Isto não é expansão, é contração do universo.
    4 - A via láctea é uma galáxia bem antiga e ocupa praticamente o centro do universo, ou seja, a cerca de 100.000 anos luz deste centro, onde existe o “Grande Attractor Vigor”, um massivo aglomerado de estrelas e nossa galáxia parece ser atraída por ele. Se isto é verdadeiro, a nossa galáxia caminha no espaço, cada vez mais rápido à medida que se aproxima deste centro e veremos as outras galáxias se afastando cada vez mais rápido de nós, dando a ilusão de
    expansão acelerada do universo. Juntando-se esta ilusão a ilusão da rotação do universo, o resultado final será bem acentuado.
    5 - A concentração maciça de estrelas no centro do universo pode ser restos de galáxias que chegaram ao seu destino final. Isto provaria a contração do universo.
    6 - Em uma explosão, ou big bang, o centro estaria praticamente vazio e toda a massa estaria na periferia, como acontece com granadas militares, com fogos de artifício, etc. Um universo repleto de galáxias em seu interior, não pode ter origem num big bang e sim num jorro constante de matéria e isto complicaria ainda mais a atual teoria. Isto afasta a hipótese de um big bang.
    7 - Se houvesse o big bang, o centro seria a parte mais quente e a periferia, a parte mais fria, como acontece em todas as explosões. Não existe este centro quente e a periferia emite uma radiação térmica, a cerca de 13 bilhões de anos e isto é atribuído erradamente, a meu ver, à radiação de fundo (eco do big bang). Isto será visto mais adiante.
    8 - A maior concentração de galáxias se encontra no centro do universo e se tornando mais rarefeitas na periferia. Justamente o contrário de uma explosão. Isto reforça a suspeita de contração do universo e afasta a possibilidade de expansão.
    Pelo exposto, as galáxias nascem na periferia e caminham para o centro, em um processo de contração contínua do universo. Como é possível? Isto será explicado mais adiante.
    Existem mais evidências, porém estas já são suficientes para provar minhas suspeitas.
    Até agora se acreditava que o big bang seria a única maneira de explicar o início de tudo, mas existe alternativa, como veremos a seguir:

    FIM DA PRIMERA PARTE

    A CRIAÇÃO DO UNIVERSO ---- NOVA VERSÃO.

    No início era o nada. Apenas um espaço infinito, um vácuo absoluto, uma temperatura de 0º graus, também absoluto e ausência total de luz. Vácuo absoluto é como o zero absoluto; impossível de se obter em nosso Universo. Este é o espaço sideral, onde nada existe nem mesmo o fóton. Talvez, devido às condições extremas e propícias, favoreceu o aparecimento da ENERGIA ELETROMAGNÉTICA, a primeira das quatro forças básicas da natureza.
    Energia é uma existência imaterial capaz de produzir mudanças e, como tal, pode produzir matéria ou vice-versa. Esta energia é a energia primordial, substituta do átomo primordial da teoria do Big Bang. Isso tem lógica. É o início de tudo. A energia eletromagnética gerou tudo o que existe no Universo. E=MC² ou M=E/C², donde E é energia, M a massa e C velocidade da luz. A energia é uma incógnita para os cientistas; a começar pela definição. É um problema a ser resolvido. É o maior mistério da natureza.
    Desta suposta força eletromagnética nada sabemos: como ela é; como surgiu como se comporta no espaço extra-universo infinito, onde esta energia também é infinita. Isto parece uma coisa impossível, mas não é. Tudo depende talvez de uma nova teoria: a teoria do espaço extra-universo, como a lei da teoria quântica para o universo atômico e as leis de Newton para a mecânica do nosso Universo (três leis básicas universais, no mínimo).
    Três leis básicas universais, três cores fundamentais, quatro sabores básicos, quatro forças básicas da natureza, quatro aminoácidos para a formação do DNA, etc. A natureza faz combinações de 3 ou 4 coisas, para obter uma infinidade de efeitos diferentes. Assim ela usa dois quarks up e um quark down para obter um próton e um quark up e dois downs para obter um nêutron e a união dos dois originam o núcleo de um átomo e os átomos, compõem toda a matéria do nosso Universo.
    Como surgiu toda essa matéria se no início não existia nada? De acordo com a teoria do Big Bang, o átomo primordial sempre existiu e este pequenino átomo gerou toda a matéria ao ponto de encher todo o Universo e tendo que se levar em conta, a matéria e a antimatéria que se aniquilaram por ocasião do Big Bang e a matéria escura que esta teoria quer também acrescentar neste evento. Como sumir com a antimatéria e preservar a matéria? Além do mais, desintegrar um átomo é muito complicado para ocorrer casualmente. Como surgiu o átomo primordial?
    Não há como aceitar tal justificativa. Para passar do nada para o tudo só há uma explicação: a energia eletromagnética do espaço extra-universo (o nada é energia, o tudo é matéria). Não existe espaço vazio, todo espaço é ocupado por energia eletromagnética.
    De acordo com a fórmula de Albert Einstein E=MC², donde M=E/C²; para obtermos energia da matéria (E=MC²) como no caso do Big Bang, teremos que desintegrar o átomo e isto cria MATÉRIA E ANTIMATÉRIA que se aniquilam e gera uma explosão de energia, que é a finalidade do Big Bang. Isso é destruição da matéria e não criação. Na fórmula M=E/C² não temos explosão; mas, talvez sim, uma implosão. C² significa uma centelha elétrica. Sabemos que tendo energia eletromagnética em um vácuo, logicamente haverá centelha e, após uma centelha, desencadeia-se uma série infinita delas: uma mega explosão eletromagnética — o verdadeiro Big Bang, transformando energia em matéria. Essas super descargas eletromagnéticas vieram de todas as direções, inicialmente em torno de um ponto de polaridade supostamente oposta (mutante), que logo se transformou em uma esfera de micro partículas, que continuou aumentando de diâmetro, muito rápido no início e se tornando cada vez mais lenta à medida que crescia e atingiu tamanho descomunal. De acordo com a fotografia em microondas tirada pelo satélite COBE (vide figura da capa), a periferia do universo apresenta uma série de manchas vermelhas e azuis. A cor vermelha é a parte mais quente e a cor azul a parte mais fria. Esta temperatura, talvez, não possa ser medida corretamente por que tudo é rarefeito na periferia do universo, como nas galáxias.
    Estas descargas eletromagnéticas são responsáveis pelos clarões nos confins do Universo (raios gama). São cerca de 30.000.000 por ano, com uma energia variável, sendo as mais potentes, equivalente a cerca de mais de 100 bilhões de estrelas para cada descarga. Acredito que, como não se sabia exatamente a sua origem, foram atribuídos a vários fatores como: explosões de super novas, de buracos negros super massivos, por choques entre estrelas de nêutrons, etc. Isto está acontecendo a cerca de bem mais de 13 bilhões de anos (idade do universo) e se fosse verdade, não restaria mais nenhum corpo celeste para ser destruído atualmente.
    Essas descargas geram campos de energia sob intenso calor (emite fótons) e campos magnéticos muito intensos que provocam uma interação capaz de transformar energia em matéria. É capaz também, de esterilizar galáxias próximas, impossibilitando a vida, desintegrar corpos celestes próximos, explodir estrelas (super novas), transformando-as em nebulosas e talvez, provocar pequenas explosões solares, a distancia como acontece com nosso sol (tormentas e tsunami solares) e é bem possível que sejam responsáveis pelas extinções em massa, ocorridas no passado do planeta terra, assim como pela explosão mal explicada de Tungusca, na Sibéria Central em 1908, e de Sodoma e Gomorra, pelos Sprits (raios superiores às nuvens), pelos fenômenos lunares transitórios (clarões lunares), criar magnetáris, as indecifráveis bolas de fogo, e até pela explosão da baleia (cachalote), em Taiwan, ovni (ufo), etc.
    Estas descargas se comportam como raios, penetrando fundo no universo, mas raramente chegam com perigo ao nosso planeta. Nem todas as explosões de raios gama, provocam estas catástrofes, muitas delas, as de mais curta duração, são apenas descargas eletromagnéticas normais que não encontram um obstáculo a ponto de impedir seu trajeto, ao centro do universo. Nossa galáxia está situada a uma distancia segura dessa irradiação. No passado esteve mais próxima.
    Essas descargas eletromagnéticas provocam uma interação, que faz nascer a FORÇA NUCLEAR FORTE, que serve para unir fortemente as partículas e a FORÇA NUCLEAR FRACA, responsável pela instabilidade das partículas, como decaimento, radioatividade, etc. Estas duas forças são a 2ª e a 3ª forças básicas da natureza. Esta condição de campo elétrico, campo magnético, vácuo e alta temperatura (descargas eletromagnéticas), a meu ver seria o BOSON DE HIGGS, o campo que dá origem as partículas com massa. Finalmente surgiu a massa.
    Agora sim, temos a matéria primordial; MATÉRIA SEM ANTIMATÉRIA. É disto que nosso Universo é feito; só de matéria; não adianta procurar antimatéria em nosso Universo porque ela não existe normalmente. Existe sim, no centro dos buracos negros (nas galáxias), onde existe desintegração da matéria.
    Criada a massa, surge a gravidade --- a quarta e ultima força básica da natureza. Com a gravidade surgiram as estrelas, as galáxias, os planetas, os asteróides, os cometas, os meteoritos, os buracos negros, o movimento giratório e com isto a força centrífuga, responsável pela modificação do formato do Universo de redondo para elíptico (ver capa).
    No interior do Universo, as partículas subatômicas como os quarks, se uniram para formarem prótons e nêutrons, que se associaram aos elétrons, dando origem aos primeiros átomos. O próton se uniu ao elétron dando origem ao átomo de hidrogênio; o verdadeiro átomo primordial; este átomo é o mais abundante na natureza. Deste ponto em diante conhecemos toda a história, mas não custa recordar. Para isso faremos um breve comentário: o átomo de hidrogênio é tido, aqui, como átomo primordial, porque ele é o mais simples dos átomos, com apenas um próton e um elétron em sua órbita, sendo um dos primeiros átomos a se formarem na natureza e em grande quantidade. Uma nuvem destes átomos, quando adquire certo volume, a força da gravidade atua e concentra este gás em um núcleo que se aquece a milhares de graus centígrados e formam as estrelas. Esses sóis fundem o hidrogênio no interior de seus núcleos transformando-o primeiramente em hélio, depois em carbono e em todos os átomos existentes na natureza e assim, responsável por tudo que existe no Universo, inclusive a vida. Quando essa nuvem de hidrogênio é muito volumosa, ou a estrela em formação encontra muita matéria ao seu redor ela capta essas partículas e formam-se as galáxias. Assim também são criados os buracos negros e tudo o mais que existe no Cosmo.
    Nem toda matéria primordial seguiu a evolução normal até o átomo de hidrogênio. Muitas destas matérias ficaram estáticas em várias fases desta evolução, transformando-se talvez, em matéria escura e na energia escura que permeiam o Universo; assim como muitos átomos de hidrogênio que não se transformaram em estrelas e matérias lançadas por explosões de estrelas.
    O processo de criação do Universo não cessou; continua a produzir descargas eletromagnéticas e a produzir matéria na periferia, indefinidamente. As descargas eletromagnéticas na periferia do Universo produzem uma larga gama de irradiação do espectro eletromagnético, incluindo RAIOS COSMICOS de baixa e de altíssima energia, especialmente raios gama com descargas super potentes em pontos aleatórios do Universo, gerando campos magnéticos muito intensos (ver ilustração da capa).
    Essa irradiação é responsável pela criação da matéria e pelo ruído de fundo detectado por Arno Penzias e Robert Wilson (coco de pombo) e atribuído erradamente, a meu ver, ao eco do Big bang. Essa irradiação permanece até hoje em atividade. Em uma explosão como a do Big Bang, a parte central seria mais quente que a periferia, que se resfria rapidamente e se não temos nenhum sinal disto no centro do universo, e se esta periferia estiver aquecida, por cerca de “13 bilhões de anos”, não podem ser atribuídas ao eco do Big Bang e sim as descargas eletromagnéticas sugeridas aqui (é tudo uma questão de interpretação). Um exemplo desta interpretação é o caso das estrelas “cefeidas”, que são tidas como pulsantes, mas esta suposta pulsação pode ser também, devido a um ou mais corpos celeste gigantescos, em sua órbita.
    Segundo o físico Gustavo Medina Tanco, do Instituto de Astronomia Geofísica Atmosféricas da USP, acredita-se que as partículas muito energéticas poderiam ser aceleradas pela ação de campos magnéticos muito intensos, em grandes regiões do espaço, mas são poucos os objetos cósmicos conhecidos que preenchem tais condições (até agora). Artigo extraído da revista Galileu n°160 de nov. de 2004 pg. 58. Para maiores esclarecimentos, sugiro a leitura da revista Scientific American Ano 6 n°68, de janeiro de 2008. - UNIVERSO EXTREMO, pg. 44.
    O Universo cresce infinitamente de fora para dentro, por acreção de matéria recém formada na periferia, como em uma implosão contínua. As coisas mais antigas estão no centro, enquanto as mais recentes estão na periferia, como acontece com as galáxias (isto é repetitivo no Universo). Os buracos negros destroem a matéria, transformando-a em energia (talvez a energia escura), compensando a criação desta matéria nas bordas do Universo. Com isso, o Universo está em constante criação e destruição. O Universo não é aberto nem fechado; é girante e continua ativo indefinidamente; é eterno --- teve um início e nunca terá fim---é alimentado por energia eletromagnética infinita, proveniente do espaço extra-universo, também infinito. Existe por tanto uma eterna transformação de energia em matéria (M=E/C²). Tudo o que existe no Universo, foi gerado pela energia eletromagnética, portanto, nós não somos poeira das estrelas e sim oriundos da energia eletromagnética do espaço extra-universo (até agora).
    Com esta NOVA TEORIA acredito que muitas dúvidas cosmológicas serão sanadas, como aparentemente sanei algumas delas e também será possível fazer algumas correções ou acrescentar estas e novas idéias em outras teorias.
    A idade do Universo tem que ser repensada.
    Nada impede a existência de outros Universos.
    Quanto às palavras em destaque como: MATÉRIA E ANTIMATÉRIA, RAIOS CÓSMICOS e BOSON DE HIGGS, sugiro ver artigo da revista Galileu n°160, de nov. de 2004 pag. 57. Estes itens continuam sem solução, até agora (talvez).
    As quatro forças básicas da natureza, pelo visto, nunca estiveram unidas em uma única força (a super força), como diz a teoria do Big Bang e sim, foram oriundas da força eletromagnética, como exposto.
    Nota: tudo isto que acabamos de ler, é só a minha opinião de acordo com a minha interpretação dos fatos. Tudo isso precisa ser comprovado. Talvez seja apenas mais umas das teorias apresentadas, como por exemplo: A teoria das cordas e outras. O importante é participar com novas idéias, a fim de decifrar este mistério tão antigo quanto à humanidade.
    Se esta teoria for comprovada, concluiremos que, para termos as partículas iniciais da formação da matéria, não é necessário o uso do acelerador de partículas (LHC) e sim uma descarga eletromagnética, onde estas partículas são formadas. As partículas obtidas pelo LHC, talvez não sejam as mesmas geradas pela descarga eletromagnéticas, pois uma é proveniente da desintegração da matéria e a outra é da criação da matéria. A energia e a matéria escura, a exótica, a força cosmológica, talvez possa ser abolida de vez. Muita coisa pode mudar.
    A terceira fórmula: C²=E/M, talvez pertença ao buraco negro. (não seriam as três leis básicas do universo?).
    Original – Fevereiro de 2007 - 1ª modificação-junho de 2008 – 2ª modificação-novembro de 2008 - 3ª modificação-dezembro de 2008, - 4ª modificação - março de 2009.
    ALBERTO CARVALHAL CAMPOS
    E mail - acarvalhal@oi.com.br

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