Em busca da "Fórmula do Amor" - Parte 1
Posted by Unknown in A "Fórmula do Amor" on quarta-feira, 10 de setembro de 2008
É impossível teorizar em uma ciência exata todas as variáveis de uma conquista passional. Existe uma fórumla matemática que defina o amor?
A grande maioria das pessoas diria que não. Mas estou aqui para provar que elas estão erradas.
Tudo começou em uma aula de matemática, Geometria Espacial III, quando eu estava devaneando em pensamentos fora da matéria e um amigo meu me cutucou falando ter aplicado a teoria física das cordas para o amor, claramente ironizando. Ele disse que o se o que une duas pessoas é uma corda imaginária, para calcular o quanto um relacionamento pode agüentar, basta encontrar a resistividade dessa corda e a força de tenção que influí sobre ela. Pensando nisso começamos a considerar o que poderia ser essa resistividade e o que seria a tenção.
Partindo dai eu pensei em uma coisa mais aplicável: calcular as possibilidades de sucesso em uma conquista amorosa.
É realmente difícil começar, mas, entre a correção de um exercício e outro da aula (sim, eu estava prestando atenção, pelo incrível que pareça! O.o) eu começava a buscar várias coisas que influíam nessa conquista- pontos positivos e negativos - analisando o peso de cada um, e se a variável era direta ou inversamente proporcional a tais possibilidades.
Acabou a aula, fui pra casa com uns rascunhos, e depois de fazer alguns exercícios de física, peguei-o e comecei a destrinchar tudo que eu poderia imaginar, matematicamente, sobre o amor. "Bem paradoxal juntar amor e matemática, mas ok, vamos ver no que isso vai chegar; pensei"
Comecei a colocar a mente para funcionar e mãos a obra. Ficou meio confuso escrito aqui no blog, mais em breve trarei uma representação gráfica pra tudo q eu falar.
Eu vi que primeiramente tudo influi da atração entre as pessoas, e que isso é trazido pelos atributos da pessoa em questão.Então quanto mais atração você tem pelo seu "alvo"(que passei a chamar de "oposto" para não ficar tão sistemático) maiores são as possibilidades, já que você terá mais incentivo e realização com a conquista. Tal atração é calculada pela soma dos atributos fundamentais dessa pessoa, que é beleza, inteligência e carisma. Cada um desses atributos deve ser multiplicado por x,y,z respectivamente sendo que soma seja sempre a mesma. Isso é a variante de atração que o "pretendente" tem por cada um desses caracteres, que deve ser considerada. Tal número é chamado de coeficiente de atração, ou simplesmente "A".
Mas não só dos atributos alheios que tudo depende. Mais influente do que isso são seus próprios atributos, de qualidades e defeitos, já que isso é fundamental para a conquista. Pensando nisso criei o "k", que é a constante de capacidade, calculada do mesmo jeito do coeficiente de atração, mas tomando-se x',y',z' ; que é a variante de atração que o "oposto" tem por cada uma das características.
Visto isso percebi que também temos que contar a balança entre qualidades ["q"] e defeitos["d"] do pretendente, multiplicando este número pelo "k" demonstrado anteriormente. Este número encontrado, o "∆a", é calculado (q - d). Como este número não pode ser negativo, ou igual a zero, caso ∆a<0, considera-se como ∆a=0. Para ele ser maior que zero, na equação, antes de ser multiplicada por "k" deve-se somar 1 ao resultado.
Beleza, cérebro pulsando para entender tudo isso, e dedos doendo de escrever tantos cálculos doidos. Mas vamos prosseguir.
Pensei assim, depois disso. "Muitas pessoas são atrapalhadas pela amizade com a pessoa amada, o que dificulta a situação; mas as vezes distância demais em relação a pessoa atrapalha a conquista". Nesse caso pensei em um gráfico parabólico que relacionasse isso, chegando ao ponto mínimo do desconhecimento da pessoa, até um nível máximo de amizade que ajuda a conquista. Isso até um ponto que a proximidade se torna grande demais e isso começa a atrapalhar. Chamei esta variável de Ia (Índice de Amizade).
Pensei então em outra variável, a Fc (Freqüência de contato). A falta de contato com a pessoa amada atrapalha até certo ponto, quando começa a ajudar e finalmente a atrapalhar denovo, quando este passa a ser intenso em demasia. Usei, então o mesmo gráfico do Ia.
Observei também que quanto mais tempo a tentativa de conquista demora, menores são as possibilidades, entretanto se o tempo é curto demais, as probabilidades tambpem são baixas. Sendo assim a probabilidade de conquista é inversamente proporcional ao tempo de tentativa. Define-se o ∆t (como representei esse tempo), um gráfico parabólico com a concavidade voltada para cima, sendo que o menor valor é 1.
Concebi que deve-se somar a este valor o número de tentativas passadas com a pessoa. Tentativas explicitas. Isto eu chamei de Nf (número de foras).
Finalmente o que resta é o chamado ∆ka , que é a lacuna entre a "capacidade" do alvo e da prentendente, sendo calculado por (k - A). Para o peso de uma variável de importancia possuir mais peso, multiplica-se por dois.
UFA! Depois de tanto consegui o esboço da tão sonhada fórmula!
Está ai, o princípio da "fórmula do amor", que é uma maneira mais resumida de "fórmula das possibilidades de conquista passional":
P=[k(∆a+1) + A] + 2.[Ia+Fc]/2 + 2.∆ka
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# by Anônimo - 10 de setembro de 2008 às 23:14
espero q vc saiba q independente do calculo.... o sentimento ainda será inesplicavel e o tempo q tudo durar tbm!
saber probabilidades nao quer dizer ctzas xD
boa sorte com os calculos o/
e devo dizer q isso fico muito legal ;D
UAHSUAHSUHAUSHAUSH....